Por diversas vezes tive contato com pessoas problemáticas, que não se aceitavam e extremamente desconfiadas e até magoadas.

Por diversas vezes ajudei a todos, sem discriminação e distinção.

Por diversas vezes, após superarem seus traumas, essas pessoas simplesmente sumiram…

Por diversas vezes, percebi que me evitavam…

Não cobro o que fiz um dia, longe de mim. Mas só questiono: o que será que fiz errado?

Fica aquela sensação de ter magoado, não ter correspondido às expectativas. E eu fico magoado com isso. Muitas alegam falta de tempo, que não entram mais no msn porque o computador estragou… Mas eu vejo essas pessoas on-line e elas não vem falar comigo.

Não quero que me bajulem e que cada vez q eu entre no MSN elas venham conversar e me bajular… Mas ver por 6 meses pessoas que eu gosto entrando no orkut, atualizando blog, no MSN, twitter e etc., me faz pensar:

O que está acontecendo?

Porque eu ajudo as pessoas e muitas vezes ganho as costas como agradecimento?

Queria muito entender isso…

Quando achamos que tudo está perdido, novas coisas acontecem e percebemos que nem tudo está realmente perdido.

Meu caso com Edward, que comecei a narrar aqui no blog, era apenas mais uma confusão da minha parte que rapidamente foi desfeita sem grandes transtornos.

Resolvi voltar a postar pois muitos de vocês estão preocupados, perguntando por mim e mandando selos que infelizmente não poderei repassar pois tenho uma grande notícia: estou de volta ao Brasil e essa nova vida está me ocupando de maneira assombrosa.

Tudo começou quando uma amiga, Daniela, mandou um e-mail dizendo que tinha montado uma empresa de prestação de serviços em idiomas e que sabia que eu estava em dificuldades financeiras em Londres. Ela então sugeriu que eu viesse trabalhar com ela pois precisava de um professor com inglês fluente para dar aulas particulares individuais para executivos. O salário era muitíssimo interessante e, por ele, valeria a pena voltar ao Brasil.

Pensei uns dias e por fim respondi dizendo que aceitava. Liguei para o meu pai dizendo que voltaria para o Brasil e ele disse:

- Que bom, filho! Embora torçamos por você aí em Londres, é melhor ter você aqui com a gente. Como comemoração, vou mandar o dinheiro da passagem!

Realmente os pais sabem ler os pensamentos dos filhos... Como ele sabia que eu iria pedir justamente isso?

Depois de tomar a decisão foi a vez de falar com o Chester. Fui até a casa dele andando e pensando nessa nova mudança. Teria que enfrentar alguns velhos fantasmas e dar aulas de inglês, coisa que eu não sou muito fã. Mas entre buscar desesperadamente um trabalho que me deixasse economicamente tranquilo aqui em Londres e dar aulas no Brasil, com a casa dos pais de graça por perto, eu prefiro a segunda opção.

Encontrei meu amigo estudando no quarto. Entrei devagar, sentei na cama e disse:

- Chess... Tenho duas notícias: uma boa e uma ruim. Mas vou dar as duas de uma vez só para não fazer suspense. Tudo bem? – meu amigo fez que sim com a cabeça – Bem, lá vai: consegui um trabalho... Mas é no Brasil e eu vou voltar para lá!

Chester ficou mudo, olhava para mim e por fim conseguiu dizer:

- Bem, eu fico triste, amigo... Mas sei que será melhor para você. Eu queria poder fazer algo para evitar isso, mas não posso...

- Chess, vou sentir muito a tua falta!

- Eu também.

Chester estava triste. Seu olhar denunciava isso. Ele apenas me disse:

- Mas você promete que vai me escrever sempre?

- Sempre que der te mando e-mail... Prometo! Mas eu ainda tenho um tempo aqui... Fique tranquilo.

Mas esse tempo passou voando e menos de um mês depois desse fato, eu estava embarcando pro Brasil, de volta. Parei a faculdade de jornalismo mas continuaria estudando no Brasil. Tentaria um reaproveitamento de estudos prá não estudar mais 4 anos, pois só faltavam mais 18 meses prá terminar a faculdade na Inglaterra.

A despedida no aeroporto foi rápida. Apenas Chester estava lá. Ele me deu um longo abraço e disse:

- Não some. E quando quiser, volte!

Comecei a chorar. Não era isso que eu queria, eu tinha ainda alguns fantasmas do passado vivendo no Brasil. Mas eu precisava enfrentá-los. Eu precisava.

Entrei no avião, sentei e comecei a olhar o tempo nublado pela janela e percebi que estava voltando aos velhos problemas e deixando outros para trás, mas que ainda voltaria para Londres, um sonho que quase realizei. Liguei o mp3, coloquei uma música e pensei: “Sonho desfeito? Não! Apenas uma pausa estratégica numa encruzilhada para escolher um caminho alternativo... Ou então o início de um processo de rompimento de coisas que ainda estavam ligadas a mim”.

E o avião levantou voo.

(* O título dessa postagem faz referência à canção A Via Láctea do Legião Urbana.)

Tentei disfarçar o entusiasmo pois seria extremamente constrangedor ficar excitado pelo cara que estava chegando junto com Edward. Abaixei a cabeça e Edward chegou em mim e disse:

- Quantas séries faltam?

- Mais uma. – respondi.

- Ótimo. Vamos lá então!

Eu me deitei e comecei a fazer a terceira série do supino. Edward encostou no aparelho de um jeito que sua coxa (e algo mais acima dela) ficaram bem próximos da minha testa. O objetivo dele era me ajudar a fazer o exercício, mas eu queria me importar com isso? Claro que não!

Terminei o exercício e fomos para outro exercício. Edward, sempre solícito, explicava com sorrisos e calmamente para que servia cada um e como usar cada aparelho. Eu fazia um movimento e tentava não olhar para ele. Fazia um outro movimento e tentava não olhar para ele. Mas quando ele ficou de costas, instintivamente eu olhei para a bunda dele, perdi o fôlego e comecei a ter uma crise de tosse. Por causa disso soltei o peso que segurava, fazendo um enorme barulho. Fiquei roxo de vergonha e ele falou sorrindo:

- Opa, o que aconteceu?

Eu pensei: “Sua bunda fez eu perder a concentração e soltei o peso de uma só vez...”

Eu disse:

- Crise alérgica! Hoje estou atacado! – e dei uma tossida a mais para disfarçar.

Tomei um pouco de água e ele continuou fazendo anotações na minha ficha. Pensei que ele estivesse fazendo uma carta de amor por causa do tempo que ele ficou escrevendo, mas não: ele veio até mim, depois de um tempo e disse:

- Aqui está seu treino. Já fizemos essa parte aqui – disse mostrando na ficha os exercícios que eu já tinha feito – e agora só faltam esses outros. Abdominal você vai fazer dia sim, dia não e quando der você corre um pouco na esteira, ok?

- Tudo bem!

- Então vamos para o próximo.

Fiquei na academia por cerca de 1 hora e meia ao todo e fui correndo para a faculdade. Quando cheguei lá, sentei na cantina e fiquei resmungando em português:

- Caraca! Que homem gostoso!

As pessoas passavam por mim e achavam que eu estava maluco pois não entendiam o que eu falava. Mas o bom de se estar em um país estrangeiro é isso: falar qualquer coisa em seu idioma nativo e não ser entendido. Nesse caso, eu pude expressar todo meu entusiasmo pelo meu instrutor sem que alguém entendesse que era esse meu intuito.

Então Jeannett, uma das meninas que estudavam comigo, chegou na mesa e disse:

- Está doido, Arthur? Ou está reclamando de algo em português que não quer que ninguém saiba?

Jeannett sabia do meu hábito de falar sozinho e em portugês quando estava com meu humor alterado. Olhei para ela e disse:

- Eu... Eu estou irritado com o serviço! Por isso que estava falando sozinho!

Não ia contar para ela, pelo menos agora, que eu tinha conhecido um dos caras mais gostosos do mundo e que ele era meu instrutor na academia. Tratei logo de mudar de assunto:

- Estudou para a prova?

Ela disse que não e começou a falar da loucura que tinha sido o dia dela, e como isso atrapalhou sua preparação para a prova. Mais tarde, cheguei em casa e fui dormir pensando na bunda do Edward. Não conseguia esquecer aquele monumento! Mas também pensava no lábio, perna, olhar, sorriso... Nem o outro cara que estava com ele conseguia fazer meus pensamentos desviarem.

No dia seguinte, cheguei na academia no mesmo horário do dia anterior, fui até o vestiário, me troquei, peguei minha ficha e fui procurar Edward para tirar algumas dúvidas sobre o treino. Mas tive uma grande decepção: encontrei ele conversando e sorrindo satisfeito com uma menina que, enquanto não chegar o próximo post, vou chamar carinhosamente de... Raxonilda.

Eu simplesmente babei quando vi Edward, meu instrutor. Ele era simplesmente tudo que eu sempre desejei: com cerca de 24 anos de idade, pele clara, cabelos loiros escuros e harmoniosamente desarrumados, braços torneados, peitoral definido mas não absurdamente grande, além de ser dono de um par de olhos cativante e detentor de um sorriso que derrete qualquer coração. E, é claro, ele derreteu o meu.

E como se não bastasse, quando ele virou percebi um detalhe que quase causou um enfarto fulminante em mim: a bunda dele era uma coisa indescritivelmente gostosa. Redonda, média, volumosa, durinha... E para ser ainda melhor, só faltaria ela ser lisa ou com pêlos ralos. Mas aí já é coisa que não dá para ver no primeiro olhar, pelo menos quando você está na academia.

Ele olhou para mim e disse:

- Olá, tudo bem? Você vai começar hoje, não é? Seu nome é Arthur Ferraù, certo?

Eu pensei: “Sim, cara! Vou começar a malhar hoje mas podemos começar muitas outras coisas a partir de hoje, se você quiser...”

Eu disse:

- Isso. Eu... Eu começo hoje.

- Então vamos começar fazendo alongamento. Vamos lá...

Meu coração acelerou. Além de lindo, gostoso e tudo o mais que eu sempre sonhei, Edward tinha uma voz grossa, porém doce e suave. Para mim, todos os atributos até então percebidos formavam um ser único, e que tinha abalado todas as minhas estruturas, até agora inabaláveis.

Começamos a fazer alongamento e eu prestava atenção em cada uma das palavras dele apenas para ver seus lábios mexendo, o que me deixava doido e em êxtase. Edward observava atentamente cada movimento meu e ia dando as dicas do que fazer:

- Isso! Agora levanta as mãos e faz de conta que você está espreguiçando... Isso!

Fizemos alongamento por cerca de 10 minutos e então ele disse:

- Você já malhou?

- Não. – respondi.

- Qual seu objetivo?

Eu pensei: “Ficar com você.”

Eu disse:

- Quero ganhar um pouco de massa porque estou muito magro.

- Legal. Você tem algum problema de saúde grave?

- Não! – eu disse.

E pensei: “Mas se o tesão que estou sentindo por você nesse momento pudesse ser considerado uma doença grave, eu já estaria em coma!”

- Ok! Vamos fazer supino então. É para o peito e...

Edward começou a explicar para que servia o supino e subimos uma escadaria que nos levou ao segundo andar da academia, onde alguns caras faziam supino também. Tinha um aparelho livre e Edward começou a prepará-lo para mim. Ele disse:

- Vamos começar com dez quilos de cada lado e se estiver leve, você aumenta. Tudo bem? Faz três séries de dez com um minuto de descanso entre elas, enquanto eu vou pegar uma ficha para montar seu treino, ok?

- Sim. Tudo bem! – eu disse.

Eu não conseguia dizer nada além de palavras curtas e com poucas frases. Sim, leitor, eu estava embasbacado com o Edward. Não diria apaixonado pois, para mim, estar apaixonado envolve uma série de outros fatores. Mas eu estava bobo. Muito bobo. Muito bobo mesmo!

Comecei a fazer o exercício que Edward passou enquanto ele desceu e foi pegar minha ficha. Logo depois de terminar a primeira série, sentei para descansar e enquanto isso, observava os outros caras malhando. Percebi então que seria realmente algo difícil aproveitar pelo menos um dos que estavam na academia naquele horário.

Fiz a segunda série e sentei novamente e então vejo Edward subindo a escadaria com um cara, tirando uma dúvida dele sobre o treino. Ele fazia alguns movimentos com o braço atrás da costa, mostrando como fazia o exercício.

O cara que o acompanhava era alto e tinha um corpo interessante, mas antes de dar meu veredicto, precisaria ver a frente para ver se o conjunto me agradava. Os dois começaram a vir na minha direção e eu então percebi que as coisas estavam começando a mudar e que naquela academia tinha poucos caras interessantes para mim. Mas os poucos ‘bonitos’ de lá ofuscavam todos os outros e eu fiquei babando pelo que estava com Edward.

(continua)

11/10/2008

Let's Get Physical

Fiquei muito tempo sem escrever e muitos de vocês não devem lembrar mais alguns detalhes sobre minha vida. E quem está chegando agora no blog, não deve saber nem quem eu sou. Vou tentar resumir tudo em um parágrafo:

Eu sou Arthur Ferraù. Trabalho e estudo em Londres, onde vivo uma série de aventuras e desventuras, que conto aqui no blog em ritmo de seriado. Namorava um cara chamado Martin, mas depois que a sua tia-avó morreu, ele simplesmente surtou e não quis mais cativar nenhum sentimento por ninguém... E com isso, nosso namoro simplesmente foi por água abaixo! Como se não bastasse, o marido de uma das minhas ex-colegas de trabalho resolveu trair ela com outro homem e eu fui culpado de ajudar, quando na verdade eu mal conversava com o viado em questão. Mas ainda bem que eu contava com a ajuda do meu amigo Chester, que deu um grande apoio e me ajudou a superar tudo rapidamente.

Depois que eu perdi meu serviço e vi o fim do meu namoro, e após chorar muito, resolvi dar uma nova rotina para a minha vida. Procurei um novo trabalho e pouco tempo depois estava empregado novamente. Mas senti que ainda faltava algo para fazer tudo mudar e então decidi ir fazer academia. Contei para Chester sobre os meus planos e, depois de rir muito, ele disse:

- Duvido! E para que você vai fazer academia? Para ver se acha um bombado para namorar?

- Claro que não, Chess! Quero fazer algo diferente e que me mantenha prá cima... Que me dê um novo incentivo... Decidi: quero ficar forte e mostrar para todo mundo que posso ser gostoso e desejado! Só preciso malhar e perder essa capinha de bacon que tenho na barriga!

Chester não acreditou muito na minha determinação e disse:

- Se você acha que vai dar certo e se é isso que você quer, vai fundo! Mas toma cuidado porque você sabe que vai encontrar um monte de corpos interessantes e que nem todos estarão disponíveis para usar... Você sabe disso, não sabe?

- Sim, Chess! Eu sei! Mas fique tranqüilo pois eu não vou além do permitido! Não vou ficar caçando no vestiário, nem secando os caras enquanto eles malham!

Por outro lado, eu sonhava encontrar um cara interessante para, pelo menos, transar de vez em quando. Mas sabia que não poderia procurar por isso insistentemente pois poderia ter problemas.

No dia seguinte, comecei a procurar academias para malhar e achei três perto da casa que eu moro. Fiquei feliz e acabei optando pela Mega Body, por ser mais barata. Eu iria malhar todo logo após sair do trabalho e antes de ir para a faculdade. Fiz a matrícula e o instrutor chegou em mim e disse:

- Pode ir no vestiário se trocar. Quando você voltar, a gente conversa.

Ao contrário do que Chester falou, não tinha nenhum corpo interessante na academia. Mas tudo bem, tinha ido malhar e não caçar. Fui ao vestiário, me vesti rapidamente e quando saí, procurei o instrutor que me disse:

- Olha, eu não vou ser seu instrutor pois não sou desse horário. O seu professor será o Edward mas hoje ele não veio. Amanhã ele estará aqui, ok?

- Tudo bem! - eu disse pensando 'e daí?'.

- Por hoje você vai caminhar na esteira e depois vamos fazer uma avaliação física, que vou passar para o Edward analisar e montar seu treino.

Fui para a esteira e fiquei caminhando por cerca de meia hora então o professor veio até mim e disse:

- Vamos fazer a avaliação. Pode ir naquela salinha que eu já vou...

Por cerca de 15 minutos, eu fiz a avaliação física: fui pesado, medido, fiz teste de resistência, tive meu índice de massa corporal calculado... Foi quase um check-up para ser analisado e então ter meu treino definido. Quando tudo acabou, o instrutor disse:

- Está liberado, Arthur. Amanhã você volta e conversa com o Edward que vai passar seu treino.

Fui para casa desanimado pois achei que começaria a malhar no mesmo dia. Sem falar que nos poucos instantes que fiquei na academia, não vi nenhum cara interessante. Então lembrei que tinha ido treinar e deixei essa ‘decepção’ de lado.

No dia seguinte cheguei, fui direto para o vestiário e depois fui conversar com a secretária.

- Boa tarde! Sou novo por aqui e preciso conversar com o Edward sobre meu treino e não sei quem é ele...

- O Eddy? É aquele ali...

Virei o rosto e babei!

(continua...)

Olá! Estou de volta, após tanto tempo afastado.

Nesse período de introspecção, me afastei dos braços antigos, de novos braços me aproximei e várias coisas aconteceram que quase me fizeram desistir.

Mas prometo que agora vou tentar voltar a entrar em contato sempre através do blog. Juro!

Durante todo esse tempo sumido, o Vilser tentou me levar para o Invenciveis.Net, que ele montou em parceria com o Jonatas, mas não pude aceitar pois tudo estava corrido e eu de fato não tinha tempo para o projeto.

Mas aqui estou eu, de volta com a minha saga que ganhou novos personagens nos últimos meses, e perdeu outros tantos que não faziam mais sentido. E para os fãs do Chester, fiquem calmos: ele continua, como sempre, firme e forte na saga aqui do blog.

Sobre o visual, adotei uma linguagem mais clean e leve. Não quero nada pesado no visual dessa nova fase do blog porque minha vida está precisando de coisas leves para deslanchar e virar algo maior, que é o que sempre sonhei.

Esse primeiro post da nova fase é apenas para dizer: VOLTEI GALERA! E ESTAVA COM SAUDADES DE TODOS VOCÊS.

As histórias voltam na semana que vem. A princípio, semanalmente. Com o tempo, e conforme tiver mais tempo, escrevo mais vezes durante a semana.

Por enquanto, obrigado pelos cliques de todos nesse tempo todo e pelos comentários encorajadores que recebi de todos.

Um grande abraço e, enquanto isso, conheçam meu lado compositor no www.sexymusical.blogspot.com.

20/09/2008

Enquanto isso...

Galera, estou com muita saudade de vocês! Aguardem mais um pouco que eu volto!

E enquanto não retomo as atividades normais por aqui, acompanhem meu lado 'compositor musical' no www.sexymusical.blogspot.com.

Até MUITO breve!